26 de out. de 2010

Primeiros Passos


Sempre adorei fotografia. Lembro como se fosse hoje, o dia que ganhei minha primeira máquina fotografica.
Estava na primeira série do primeiro grau, hoje ensino fundamental I. Minha classe ia fazer um passeio para Holambra - cidade das flores, em São Paulo, e meus pais me deram uma máquina descartável para levar, a LOVE, quem se lembra? Fiquei maravilhada com a possibilidade de registrar imagens do passeio que ficariam guardadas para o resto de minha vida, usando aquela simples e pequena peça.
Até que me saí bem, para uma iniciante. Tirei fotos de flores e amigos. Tenho esses registros até hoje, podem apostar.
Depois da primeira máquina, muitas outras vieram e mais momentos foram resgistrados: festas, amigos (as), viagens, animais, shows, paisagens etc…
Já estava com 11 anos, quando, pela primeira vez, entrei em contato com uma câmera 35mm manual. Fui apresentada à ela por um primo, que possuia uma e adorava fotografar. As fotos que ele fazia, eram perfeitas, lindas, limpas, coloridas, nitidas.
Como ele fazia isso? Como funcionava aquela câmera? Ele até tentou explicar, mas eu não tinha maturidade intelectual para entender o que era compensar o diafragma aumentando ou diminuindo o obturador, e vice versa.
Quando me deparava com uma foto de algum profissional, em revistas ou livros, eu pensava: “Quero aprender a fazer fotos assim. Ainda vou fazer um curso de fotografia”, mas o tempo foi passando, as responsabilidades aumentando e o tempo diminuindo.
Com o advento da tecnologia e o surgimento das câmeras digitais, fotografar ficou muito melhor, podemos apagar as fotos indesejáveis, não precisamos mais comprar filme e muito menos revelar. É maravilhoso, mas… Como funciona essa opção “manual”?
Sem emprego há algum tempo, desesperançosa com o mercado em minha área de formação, precisando alimentar o meu desejo por mais conhecimento, procurei um curso básico de fotografia. Foi então que me deparei, lá na ABRA (Academia Brasileira de Arte), com essa figura doce, inteligente, amável e especialmente profissional, chamada Tatiana Barreto, que, com extrema dedicação e paciência, ensinou a mim e a minha turma, o que hoje quero seguir como nova profissão: a Fotografia.
A paixão foi tamanha, que nossa turma pediu um segundo curso. Um mês era muito pouco para aprender tudo o que tinhamos curiosidade em aprender, queríamos mais.
Atendendo aos nossos pedidos, a ABRA abriu inscrições para um novo curso - Retrato ao ar livre com manipulação digital - estrelando a mesma Tatiana Barreto, acompanhada de sua amiga e sócia, Carol Folhasi, outra figura pela qual vim a me apaixonar, por seu conhecimento, alegria, bom humor, carinho, dedicação e paciência.
Tati e Carol, se hoje eu sei o que é obturador e diafragma, ISO, white balance, tratamento de imagens, etc, eu devo a vocês.rs…
As tardes de quinta e sextas feiras nunca mais serão as mesmas sem vocês.
AMO MUITO!
Beijos,
Déa

PS: Aí vai o link para o site da empresa que a Tati e a Carol dirigem http://www.duasfotos.com.br Dêem uma passada lá.

Role Taking


"Photography is a way of feeling, of touching, of loving. What you have caught on film is captured forever. It remembers little things, long after you have forgotten everything." Aaron Siskind